segunda-feira, 24 de agosto de 2009

twittando por aí.

Essa imagem causa às vezes um certo desespero/desconforto. Porém é bonitinha, vá!

Twitter vicia... e NÃO... não é um site do tipo imprestável que (quase) todo brasileiro têm e fica fuçando em todo mundo e colocando fotos (que perdem a resolução) do último passeio à Disney. Ou a Long beach. E você, desocupado, vai lá fuçar(confesso que já fucei... quem nunca?que atire a primeira pedra...) por simples falta do que fazer e se interessar, por que ele é seu conhecido/amigo (mas na verdade, é "amigo" só de Orkut mesmo). Ou é aquele que você pegou ou quer muito pegar. E começa como o primeiro contato? pelo Orkut, claro. Um sCRAPzinho e tudo se resolve. Ou não. Vejo amigos Ps da vida qdo os álbuns do bonitão(ona) (ou feião(0na)) estão trancados. Escondidos. O que na internet é escondido?
Outra coisa q me irrita muito no Orkut são as comunidades BESTAS DEMAIS. "eu tenho a pegada"; "seu madruga para presidente"; "sou petista"; "amamos a fulana de tal". Ahn, PQP, prefiro receber notícias de revistas/jornais/rádios/pessoas que sigo no twitter (ainda que com poucos caracteres, que me levarão a uma outra página que realmente interessa) .
Twitter parece bobo de início, assim como era Orkut... e mesmo você não gostando, um dia vai acabar fazendo. Temos aversão pelo desconhecido. Mas ainda vejo mais utilidade no twitter do que no Orkut. Orkut tá passado, chato e perdendo usuários para o já (muitas vezes) citado twitter e o facebook. No twitter eu consigo seguir pessoas interessantes, de amigos e artistas (músicos, são a preferencia) à grandes intelectuais e jornalistas, algo que, como estudante de jornalismo realmente me interessa. E por enquanto, twitter tá bombando. Se ficar ruim, CHATO e HOMOGÊNEO, eu me "deleto". hahahaha.
E por que eu POSSO falar mal do ORKUT? Porque, acreditem... NÃO TENHO Orkut. E nem quero. Não preciso ter mais sCRAPs que vc (ou ir apagando, que é a moda), nem mais álbuns de fotos inúteis com minhas poses "posers" muito menos fazer parte de comunidades idiotas.
Não, não sou revoltada... hahaha porém é uma resposta a quem sempre me pergunta por que raios não tenho a merda do Orkut.Ai qdo eu venho com meus discursos, a pessoa fala: "é, eu to pra deletar, mas é que tenho meus contatos lá...") Há, convenhamos...

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Revolutionary Road

O casal April e Frank, vividos por Kate Winslet e Leonardo DiCaprio

Um "Jack and Rose" de Titanic uns aninhos mais tarde, sem aquela paixão de início de relação, pós casamento, filhos e problemas conjugais. Juro que não consegui parar de pensar nisso quando ví os dois juntos de novo. Porém não é só isso, então vale a pena conferir, o filme começa chatinho mas depois dá um up... e surpreende também.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Vicky Cristina Barcelona













Como personagem principal a própria cidade de Barcelona, o filme é claramente inspirado na relação mais do que conturbada dos artistas franceses Auguste Rodin (aquele que esculpiu "O pensador") e Camille Claudel (louca e também escultora).
Não vou comentar se é um filme de Woody Alen, se tem como atores Penélope Cruz (foto) ou Scarlett Johansson ou Rebecca Hall ou Javier Bardem (que até consegue ficar charmoso nesse filme)... ou o fato de todo mundo pegar todo mundo até o final.

Vicky Cristina Barcelona nos mostra simplesmente que os momentos e passagens de nossas vidas são mutáveis.

Só o amor pode ser para sempre(é, eu acredito nisso ainda), mesmo que nunca seja totalmente completo. Não somos completos. Somos feitos de momentos. Momentos de loucura, paixão, ternura, sensualidade. Momentos de sensibilidade à flor da pele, irresistíveis, mas que devem ser guardados conosco. Ou expressos através de tinta e tela, caneta e papel... isso não importa quando se trata da linda e envolvente Barcelona.

"Vicky..." é um filme onde as ações das personagens não precisam ser julgadas ou entendidas. Somente sentidas.

Uma frase da personagem de Penélope Cruz que eu adoro: "Nosso amor vai durar para sempre. É para sempre mas não dá certo. Por isso será romântico. Porque não pode ser completo."
(É, eu sei bem o que é isso...)

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Kurt Cobain - Retrato de Uma Ausência




















Nome Original: Kurt Cobain: About a Son
documentário dirigido por AJ Schnack;
vale a pena, tá passando no HSBC belas artes, em Sampa ROCK City!
eu vou lá ver!

domingo, 19 de julho de 2009

a sensibilidade de Max Wanger




Sim, são Melissas... Vivienne Westwood Anglomania + Melissa Lady Gragon




Fotografia me encanta desde criança, enquanto meu pai ainda possuía aquela máquina fotográfica analógica e eu era sua modelo predileta.O tempo passou, hoje estudo jornalismo e tenho as tão esperadas aulas de fotojornalismo na faculdade. O olhar do fotógrafo, composições, cores, ângulo, luz... isso tudo faz parte desse mundo. Mas alguns conseguem retratar certos momentos de uma maneira tão... sensível, encantadora...


Max Wanger fotografa como ninguém momentos a dois... casamentos...retratos...e tudo mais o que seu olhar e suas lentes possam captar!


Acredito que nunca, NUNCA me deparei com fotos tão românticas e belas, que captam o que de mais bonito tem a relação do ser humano com mundo em que vive e as relações que cria.


Suas fotos inspiram a todos...






quarta-feira, 6 de maio de 2009

descrição da biblioteca- atividade proposta pela professora Fernanda Mazza - curso de Jornalismo Mackenzie.

Entre palavras, poeira e lembranças

A turma não parece ansiosa, mas determinada, em todo o trajeto. O prédio de tijolos é igual aos outros, salvo as janelas grandes, tão grandes que podemos ver o lado de dentro.
Mesmo com o som das pessoas e dos carros na rua, o ambiente externo da biblioteca é bem tranqüilo, como se já nos preparassem para o ambiente interno.
Ao entrar, vi a grande árvore que estampa o lado de fora da janela. A parede de tijolos não é revestida em massa nem pintada, talvez isso pouco importasse. A decoração está por conta das estantes quase até o teto e pelos livros que as compõe.
A nossa presença acabou exigindo um pouco mais de concentração das pessoas que já se encontravam presentes. Os olhos se fixavam mais, mãos eram levadas à cabeça, na tentativa de encontrar o foco de novo. Mas todos estão em silêncio, respeitando a regra básica do ambiente. Cada um encontrara seu cantinho e concentrado, escrevia palavras indecifráveis ao olhar alheio, mas que transmitia sentimento para quem as escrevia.
Aos poucos as coisas vão se acalmando, não se ouve mais barulho de piso rangendo nem cadeiras arrastando.
Olho em volta. Chama-me a atenção uma bandeira do Brasil, no segundo andar. Ela me trouxe uma sensação de que estamos “protegidos” de alguma forma, mas também nos lembra que há algo acima de todos nós. Um relógio de madeira fica pendurado na parede. Achei bem pequeno para uma biblioteca desse porte. Mas lá dentro, ninguém parece se importar com as horas. Aquele relógio é um mero coadjuvante em meio a tantos livros e pessoas que os procuram, dois corpos tentando se encontrar em meio a tantos outros, incompatíveis.
Percebo então o cheiro característico de biblioteca, que me remeteu a lembranças; um livro que lia na infância sobre cágados toma conta de minha mente. Sua capa era dura e bege e suas folhas finíssimas, quase cortantes. A poeira irritava meus olhos e meu nariz, entretanto continuava lendo, folheando. Nada me tirava dali.
Ao subir as escadas, um título me chama a atenção: “Formando crianças produtoras de texto”. A capa estampa uma silhueta de criança segurando uma caneta e escrevendo em um caderno branco. O livro parecia nunca antes folheado, sem dobras e sem poeira. Mas prefiro os livros antigos, imperfeitos, com “orelhas”. Tocar as páginas amareladas e ler aquelas palavras há tanto tempo impressas dão uma sensação de legitimidade.

Yumi Maeda Miyake

quinta-feira, 19 de março de 2009

hj peguei o busão como sempre, pra voltar da facul... meu ponto é o da MTV e assim que desci ví uma coisa bizarra!hahaha um aglomerado de gente, em sua maioria formada por garotas que nem saíram do colegial ainda, gritando, esperneando, tirando fotos com seus celulares e máquinas fotográficas como se nunca tivessem visto coisa do tipo. E afinal, tirando foto e gritando por quem? NXZERO, claro. Lembrei da aula do Lucas de COMUNICAÇÃO COMPARADA quando ele disse que temos a necessidade de reproduzir as coisas, e precisamos das imagens para comprovar que estivemos naquele lugar, aquela hora e presenciamos tudo aquilo. Comprovar que estivemos na presença de pessoas e/ou coisas tão especiais, com "AURA", com "ic et nunc" -(termos ulitizados por nós nas aulas de Jornalismo) TÃO especiais mesmo? Acho que nem eles tem essa necessidade de serem tão especiais, só estão preocupados em fazer música e viver de música. Se é que pode-se viver daquele jeito,sem poder andar sem o apoio de seguranças, sem poder respirar livremente sem baterem uma foto sua...Como disse o cobrador: "são aqueles meninos lá, que fizeram sucesso do nada" Que meninos? e até quando perdura esse sucesso repentino? Será que no fim, é tudo produto de indústria cultural, destinada às massas?Sei lá... depois de pensar em td isso,lembrei que eu gostava de NX. Quem me conhece direito, sabe que eu conheço e curto os caras e suas músicas desde antes do sucesso, bandinha independente,época do Yuri (atual Granada) sem maiores pretenções. Eu ainda tinha os meus 15, 16 anos, nem tinha terminado o colegial ainda. No fim, talvez nao seja tão diferente daquelas meninas que gritavam hoje. E talvez esse sucesso do Nx seja sim merecido,talvez por alguma coisa que os difere de outras bandas, talvez eles nunca imagiraram nos rumos que iriam tomar e nas proporções que isso chegaria, diferente de mta banda independente atual, que só se preocupa em divulgar em fotolog(comenta em vários fotologs só pra se tornar pop, vai), myspace, orkut...( fora que o som é tipo cópia de mta banda por ai) e acabam nem fazendo shows, não criam coragem para o contato com as massas. Isso o Nx tem de sobra. Coragem. E um bom contato com a massa, carisma com os fãs.Pois bem sabem que já fizeram parte das massas um dia.