segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

“You should know up front: this is not a love story, this is a story about love”

500 Days of Summer (2009)

Since I discovered the trailer in the first semester of 2009, I fell in love with this movie. “What a nice soundtrack,” I thought. We can listen to The Smiths, The Temper Trap, Feist, Carla Bruni (yes, the First Lady of France), Regina Spektor and a lot of good music that fits perfectly in the scenes. This is the first movie that Marc Webb directed. He is a music video director, and I think that can explain why the soundtrack is so good and diverse.

The movie is not a common romantic comedy, it is unpredictable and not just like so many others we can see everyday at the movie theatres. I’m head over heels in love with the 2 lead characters: Tom (Joseph Gordon– Levitt) and Summer (Zooey Deschanel)! The characters meet at work. He is a writer of greeting cards and she is an executive secretary. From there begins a very realistic relationship: one that we see and experience in our own lives, nowadays. The couple exchange intense experiences and feelings… but nothing is official, they are together but they are not boyfriend/girlfriend.

The movie is unusual because of the way they have sequenced the events. For example, in most romantic movies, the break up happens towards the end. Not in this film, though. In the beginning of this movie, Tom gets dumped by Summer and sees himself lost without her. We can all relate to this. Who has never got dumped before? Or dumped someone themselves? The beginning of the film is so different. The end of a relationship we know well: the number of words decreasing, the distance between you and your partner increasing and the certainty that nothing is forever. It is only then, when it is too late, we realize how much the other has always been a projection of our ideal love.

As movie critic Sean Axmaker says, the movie reminds the viewer of the famous saying ….”It is better to have loved and lost, than to have never loved at all.”

500 Days of Summer shows us what some people keep forgetting: every relationship is different. Each person is different. There are many ways to love and be loved. As the trailer says: “You should know up front: this is not a love story, this is a story about love.”

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

I want...

I want you.
I want to wake up where you are
I want to look into your eyes
I want you to say that you love me
I want your smile
I want to make you smile
I want to walk on the streets with your company
I want to drink tequila with you
I want to spend nights dancing with you
I want to laugh about your sarcastic jokes
I want you to bring me flowers
I want a romantic dinner with you
I want a romantic breakfast with you
I want a trip with your company
I want to swim at a beach with you
I want you to call me
I want to hear your voice
I want to wake up in middle of the night and see your face
I want to cry at your side and I want to feel comfortable about doing that
“I want you all tattooed…I want you bad”

terça-feira, 29 de setembro de 2009

"this is not a love story... it's a story about love"


"500 days of summer" é de longe o melhor filme do ano, ao meu ver. Desde que descobri o trailer no primeiro semestre de 2009, me apaixonei. "Caramba, que trilha sonora" pensei. Também pudera: The Smiths, The Temper Trap, Feist, Carla Bruni (sim, a senhora Sarkosy) Regina Spektor e mais um monte de música que encaixa perfeitamente nas cenas do filme. Fiz o download delas. Daí não aguentei esperar a estreia (se é que vão lançar por aqui) e ví o filme na internet. Terrível, odeio fazer isso, porém não resisti. A vontade acabou falando mais alto, pois eu sabia que o filme não era uma comédia romântica comum, sem graça e igualzinha a outras tantas que vemos por aí.
Me apaixonei pelos atores Joseph Gordon-Levitt e Zooey Deschanel! As personagens deles se conhecem no trabalho (ele é escritor de cartões comemorativos e românticos) e a partir daí começa um relacionamento que vemos (e vivenciamos) nos dias atuais: relacionamento intenso, de troca de experiências, de sentimentos... porém não é nada oficializado, estão juntos mas não são namorados, enfim. Pra mim, esse tipo de relacionamento deixa mais marcas que os convencionais. Neles, não importa nada, só o "nós". E acho que as lembranças guardadas não são esquecidas facilmente.
Tom leva um fora de Summer, e se vê perdido num mundo sem ela. Quem nunca deu o fora? ou levou um? um dia somos Tom, outro Summer. O fim é aquele que conhecemos bem: número de palavras diminuindo, distância aumentando e a certeza de que nada é para sempre. Percebemos então o quanto o outro sempre foi uma projeção nossa do amor ideal (ideal, IDEALIZADO, no plano das idéias... entendeu? haha).
"500 days..." nos mostra o que deveríamos estar cansados de saber, mas algumas pessoas insistem em esquecer: cada relacionamento é diferente. Cada pessoa é diferente. E por pior que seja o término e o sofrimento decorrente, podemos sim, superar isso tudo. Temos a chance de encontrar outro alguém. Ou não. Solteiros também são felizes. hehe
O filme não é uma historinha de amor. É uma história sobre amor. Sobre uma das diversas formas de amar e ser amado. Os dois não ficam juntos no final. O filme já começa com o "fora" levado e a vontade de reviver, voltar atrás, recuperar tudo o que fora deixado lá atrás. Mas o que foi não volta, ainda bem. FUI!

trailer:
http://www.youtube.com/watch?v=PsD0NpFSADM

domingo, 27 de setembro de 2009

"SONGS THAT MAKE ME THINK OF YOU. WITH WORDS THAT SAY WHAT I'M NOT SAYING".

domingo, 6 de setembro de 2009

a moda agora é o consumo consciente!


(o post é meio menininha, tá??? hahaha) Aqui tem espaço pra tudo, e pela primeiríssima vez, venho falar de moda aqui. Gosto muito, mas falar sobre nunca pensei. Aproveito que essa foi uma semana meio fashionista, com direito a: brechó, Bom Retiro, Benedito Calixto, loja de artigos esportivos (dá pra achar boas peças por lá),shopping... para dar umas dicas do que eu sempre faço com relação à moda. NUNCA fui mto fã de marca, AFINAL NUNCA encontrei nenhuma que me fizesse feliz (E etiquetas me incomodam, eu costumo cortá-las). Até achar as mais modestas ZARA e MNG. Ai confesso que me senti mais feliz com relação à moda, pelo menos lá sei que algo encontrarei. Porém, existem peças por aí escondidas em brechós que são muito melhores que de lojas de shopping. O mais legal disso tudo é que AGORA SOU MTO à favor do CONSUMO CONSCIENTE(Na verdade sempre fui, mas ainda não conhecia brechós muito legais não...) em tempos de vacas magras, melhor ainda. O legal é que, além de não gastar muita grana, você reaproveita peças que seriam JOGADAS fora...e eu não aceitaria um vestidinho super fofo da DOC DOG que eu achei num brechó MARA virar lixo. Ou seja, o Meio Ambiente também agradece. Já a Calixto é legal para garimpar DISCOS, bijus baratinhas do tempo da vó e peças artesanais. Falando em vó, lembre-se que o VINTAGE e o Retrô estão com tudo... fuça lá no armário da sua vó, porque se a sua for igual a minha, terá várias peças boas e ela não hesitará em doá-la para a netinha querida. Assim como fez minha amiga com o SuperÓculosEscurosVintage de sua vovó mineira. Outra dica é dar uma costumizada, encrementada, enfim... dar um toque a mais na peça. ADORO estampar camisetas, ainda que fiquem meio toscas, tisc tisc. Cortar também é uma boa. Tenho que dar graças à Deus ao fato de Mamis costurar(MTO BEM!)... eu escolho tecido, desenho (ou melhor, falo) e ela faz pra mim! VIVA! O Bom Retiro é pra quem curte ANDAR MUITO, e uma dica é ir com as amigas. Muito mais engraçado e proveitoso, afinal se elas forem amigas mesmo, vão falar se a roupinha ficou PÉSSIMA em você. O problema é que lá não dá para provar as roupas... ai vai no olho mesmo. Qualquer lugar dá para achar coisas BOAS, BONITAS E BARATAS. Outros lugares não citados mas que eu ADORO: Rua Augusta, Galeria do Rock e 25 de março. Seja lá aonde você for procurar moda em São Paulo, lembre-se: vivemos dentro de um sistema capitalista que nos força a consumir (não tem jeito, todo o mundo consome moda: a moda que você ACHA que está criando, veio lá de cima- não tão em cima, mas pelo menos da VOGUE saiu) o jeito é consumir pensando no amanhã. Ou no caso, pensando com um pé no ontem. Pensando que existe coisa mais importante que roupa, maquiagem e sapatos. O consumo EXAGERADO não tá com NADA. Pensando que caráter não se constrói tirando dicas de revistas de moda. Pensando que o meio ambiente sempre agradece quem dele bem cuida. Por fim, dicas de brechós legais pra visitar:

Juisi by Licquor

Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, 11h às 19h; sábado, 12h30 às 18h30

Alameda Tietê, 43 – Jardins

São Paulo/SP

(11) 3063-5766

Capricho A Toa

Site: www.brechocaprichoatoa.com.br

Rua Heitor Penteado, 1096 – Casa 08 – Sumarezinho

05438-100 – São Paulo/SP

(11) 2137-5926

B. Luxo

Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira: 11h às 20h; sábado, 11h às 18h

Rua Augusta, 2633 – Loja 16 – Jardins

São Paulo/SP

(11) 3062-6479

Minha Avó Tinha

Rua Franco da Rocha, 74 – Perdizes

São Paulo/SP

(11) 3865-1759

Esse eu achei interessante, nunca fui:

Super Cool Market

check this out:

http://revistacriativa.globo.com/Revista/Criativa/0,,EMI88442-17553,00-TEST+DRIVE+ESCAMBO+DE+ROUPAS.html




segunda-feira, 24 de agosto de 2009

twittando por aí.

Essa imagem causa às vezes um certo desespero/desconforto. Porém é bonitinha, vá!

Twitter vicia... e NÃO... não é um site do tipo imprestável que (quase) todo brasileiro têm e fica fuçando em todo mundo e colocando fotos (que perdem a resolução) do último passeio à Disney. Ou a Long beach. E você, desocupado, vai lá fuçar(confesso que já fucei... quem nunca?que atire a primeira pedra...) por simples falta do que fazer e se interessar, por que ele é seu conhecido/amigo (mas na verdade, é "amigo" só de Orkut mesmo). Ou é aquele que você pegou ou quer muito pegar. E começa como o primeiro contato? pelo Orkut, claro. Um sCRAPzinho e tudo se resolve. Ou não. Vejo amigos Ps da vida qdo os álbuns do bonitão(ona) (ou feião(0na)) estão trancados. Escondidos. O que na internet é escondido?
Outra coisa q me irrita muito no Orkut são as comunidades BESTAS DEMAIS. "eu tenho a pegada"; "seu madruga para presidente"; "sou petista"; "amamos a fulana de tal". Ahn, PQP, prefiro receber notícias de revistas/jornais/rádios/pessoas que sigo no twitter (ainda que com poucos caracteres, que me levarão a uma outra página que realmente interessa) .
Twitter parece bobo de início, assim como era Orkut... e mesmo você não gostando, um dia vai acabar fazendo. Temos aversão pelo desconhecido. Mas ainda vejo mais utilidade no twitter do que no Orkut. Orkut tá passado, chato e perdendo usuários para o já (muitas vezes) citado twitter e o facebook. No twitter eu consigo seguir pessoas interessantes, de amigos e artistas (músicos, são a preferencia) à grandes intelectuais e jornalistas, algo que, como estudante de jornalismo realmente me interessa. E por enquanto, twitter tá bombando. Se ficar ruim, CHATO e HOMOGÊNEO, eu me "deleto". hahahaha.
E por que eu POSSO falar mal do ORKUT? Porque, acreditem... NÃO TENHO Orkut. E nem quero. Não preciso ter mais sCRAPs que vc (ou ir apagando, que é a moda), nem mais álbuns de fotos inúteis com minhas poses "posers" muito menos fazer parte de comunidades idiotas.
Não, não sou revoltada... hahaha porém é uma resposta a quem sempre me pergunta por que raios não tenho a merda do Orkut.Ai qdo eu venho com meus discursos, a pessoa fala: "é, eu to pra deletar, mas é que tenho meus contatos lá...") Há, convenhamos...

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Revolutionary Road

O casal April e Frank, vividos por Kate Winslet e Leonardo DiCaprio

Um "Jack and Rose" de Titanic uns aninhos mais tarde, sem aquela paixão de início de relação, pós casamento, filhos e problemas conjugais. Juro que não consegui parar de pensar nisso quando ví os dois juntos de novo. Porém não é só isso, então vale a pena conferir, o filme começa chatinho mas depois dá um up... e surpreende também.